Gabeu, filho do cantor de sertanejo Solimões, está divulgando dois remixes de seu maior sucesso, “Amor Rural”.

Ambas as faixas vieram de parcerias com os produtores Cyberkills e Leo Hainer e são no estilo “PC Music”, que se caracteriza por batidas desconstruídas, minimalistas e fortes.

Cyberkills é uma dupla que ganhou destaque nas plataformas digitais com alguns remixes de sucesso, incluindo a música “Buzina” de Pabllo Vittar; “Não Desliga o Telefone”, da Drag Queen Mia Badgyal e a produção do single “Amor Fajuto”.

Leo Hainer foca sua carreira na produção de artistas independentes, incluindo a música “Ratatá” da Mia Badgyal; “Fada do Amor” da Natty Hills; “Madrugada” de Samira Close, além de diversos outros artistas.

Gabeu, nome artístico de Gabriel Felizardo, tem 21 anos e lançou a música original no dia 24 de maio e, em poucos mais de três meses, conquistou mais de 800 mil visualizações no YouTube.

Sobre suas influências musicais, o cantor diz que uma playlist muito variada. “Minha diva mor é e sempre foi a Lady Gaga, por toda a mensagem que ela propaga e por todo o conceito estético que eu sou muito apaixonado. Mas ao mesmo tempo eu cresci ouvindo música sertaneja e country, então Rionegro e Solimões, é claro, tem uma influência muito grande no que eu faço, Shania Twain, que pra mim é a rainha do country. Além disso, eu gosto muito da música brasileira que tem sido produzida recentemente, com influências do pop e do brega, como era a Banda Uó, por exemplo. Eu amo demais o trabalho do Jaloo, ele é super autêntico e tem uma das coisas que eu mais admiro em um artista que é a autonomia sonora e estética sobre seu trabalho, ele canta, compõe, produz”, comenta.

Batizando seu estilo musical de “Pocnejo”, a ideia é ter toda a carga dramática e romântica das músicas sertanejas, porém dedicadas ao público LGBT.

Entrevistamos Gabeu, o ~princeso~ do pocnejo

Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".