Inspirada no texto homônimo do dinamarquês Hans Christian Andersen, a peça “Os Sapatinhos Vermelhos (Quando Somos Quem Somos)” usa bonecos para contar a história de um menino que é abandonado em um canto deserto de uma cidade. Adotado e tendo nova vida, o garoto tem como sonho um par de sapatos vermelhos. O enredo segue com temas como gênero, preconceito e bullying.

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Peça infanto-juvenil com temática LGBT faz temporada em SP: 'Os Sapatinhos Vermelhos'
Foto: divulgação
Peça infanto-juvenil com temática LGBT faz temporada em SP: 'Os Sapatinhos Vermelhos'
Foto: divulgação

SERVIÇO

“Os Sapatinhos Vermelhos (Quando Somos Quem Somos)”
Data: 01 a 29 de Fevereiro de 2020 – somente aos sábados
local: ESPAÇO CULTURAL LES TRUPPS
Endereço: Av. Engenheiro Caetano Alves 7500, Santana – São Paulo – SP
Horário: 17h
Preço: PAGUE O QUANTO PUDER
Contato: 11 97428 2868

Elenco: Apollo Faria
Música original: Caique Nogueira
Op. de Som e Luz: Fábio Souza
Direção, atuação e Concepção Geral: Apollo Faria
fotos: Adê Carvalho

Programação de blocos do carnaval 2020 em São Paulo

Hans Christian Andersen

Graças à contribuição de Hans para a literatura juvenil, a data de seu nascimento, 2 de abril, é o Dia Internacional do Livro Infantojuvenil. Além disso, o mais importante prémio internacional do gênero, o Prêmio Hans Christian Andersen, tem seu nome.

Anualmente, a International Board on Books for Young People (IBBY) oferece a Medalha Hans Christian Andersen para os maiores nomes da literatura infantojuvenil. Em 2003 foi lançado o filme A vida num conto de fadas (no original em inglês, Hans Christian Andersen: My Life as a Fairy Tale), no qual foi romanceada a história de Andersen, mesclando trechos de seus contos com sua vida.

Hans Christian Andersen visitou Portugal em 1866 a convite da família O’Neill, cuja amizade terá sido alimentada nos bancos da escola em Copenhaga. Durante a sua estadia de cerca de dois meses em Portugal, regista as suas impressões sobre várias cidades portuguesas (Lisboa, Setúbal, Palmela, etc.) fazendo grandes elogios à sua paisagem.

“O sol brilhava no céu claro e sobre as águas tranquilas. Em frente erguia-se Lisboa nas suas soberbas colinas, como uma monumental ampliação fotográfica. À medida que nos afastávamos, evidenciavam-se os recortes como vagas enormes de casas e palácios.[…]”.

Em 2012, um manuscrito do autor intitulado A Vela de Sebo (em dinamarquês: Tællelyset) foi encontrado pelo historiador dinamarquês Esben Brage. Trata-se do primeiro texto inédito de Hans Christian Andersen descoberto em quase cem anos, já que a última obra inédita do autor “O livro da minha vida” (em dinamarquês: Levnedesbog) tinha sido encontrado na Real Biblioteca da Dinamarca pelo escritor Hans Brix em meados de 1920.

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