Os pilotos de Fórmula 1 Vallteri Bottas, Lance Stroll, Carlos Sainz e Sebastatian Vettel foram chamados aos comissários no final da corrida em Hungaroring, Hungria, por infringirem as leis locais ao utilizarem camisetas referentes ao movimento “We Race As One” (“Nós Corremos como Um”). As informações são do AutoSport Portugal.
Vettel foi além e sua camiseta tinha as cores do arco-íris e a mensagem “Same Love” (Mesmo Amor), além de utilizar um capacete que tem as cores da LGBTQIA+ e no treino na quinta-feira usou uma sapatilha com as cores da bandeira. Além disso, ele protestou contra os comissários e disse “Podem me desclassificar se quiserem, pois voltarei a fazer o mesmo”.


Além deles, recentemente o Lewis Hamilton também saiu em apoio à comunidade LGBTQIA+ no Instagram, criticando a ausência de direitos dessa população devido ao governo de extrema-direita de Viktor Orbán na Hungria, e sugerindo que o povo votasse a favor dos LGBTs em um referendo que virá posteriormente.
O movimento “We Race As One” foi lançado no dia 22 de junho de 2020 visando promover a igualdade e a diversidade dentro da Fórmula 1, visando aumentar as oportunidades para grupos minoritários. O já citado Lewis Hamilton quem anunciou o programa, já que ele é o primeiro e único piloto negro na história da categoria.
Essas polêmicas na Hungria se dão porque, desde que Orbán chegou ao poder, houve uma escalada de ataques aos direitos LGBTs, incluindo a proibição de mudança de nome para os transgêneros, além de que a definição legal de família é apenas aquela que há um homem cisgênero junto com uma mulher cisgênero.
Recentemente, eles aprovaram uma lei que proíbe “disponibilizar a menores de 18 anos pornografia ou representação da sexualidade para seus próprios fins, ou que implique qualquer desvio da identidade do sexo com o qual a pessoa nasceu, ou mudança de gênero e homossexualidade”. A legislação também determina a criação de uma lista restrita de organizações autorizadas a preparar palestras, oficinas ou aulas que abordem discussões de gênero e sexualidade nas escolas.
Além disso, Orbán também processou uma emissora de TV por mostrar uma família LGBT em um comercial, além de proibir a circulação de um livro de contos de fadas que incluía relações homoafetivas.

Junte-se à nossa comunidade
Mais de 20 milhões de homens gays e bissexuais no mundo inteiro usam o aplicativo SCRUFF para fazer amizades e marcar encontros. Saiba quais são melhores festas, festivais, eventos e paradas LGBTQIA+ na aba "Explorar" do app. Seja um embaixador do SCRUFF Venture e ajude com dicas os visitantes da sua cidade. E sim, desfrute de mais de 30 recursos extras com o SCRUFF Pro. Faça download gratuito do SCRUFF aqui.















