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Até a próxima quinta-feira (30), ocorre a Pride Cup. O campeonato trará, além das competições de CS:GO, Valorant e Wild Rift, conteúdos totalmente voltados para a comunidade LGBTQIA+ como: lives de transmissão dos jogos e mesas redondas de discussão sobre a diversidade, a importância da visibilidade, como criar um cenário mais acolhedor, entre outros assuntos relevantes para a comunidade e o cenário gamer como um todo. Tudo com transmissão ao vivo para ser acompanhado por todos.

A Pride Cup nasceu para ser uma plataforma de inclusão ao público LGBTQIA+, que sofre grandes preconceitos e ainda se vê sub-representado nos Esports. Segundo o levantamento ‘Visual GPS 2021 da Getty Images’, apenas 20% dos entrevistados globais afirmaram ver pessoas LGBTQIA+ representadas regularmente em imagens e, quando o fazem, as representações são estereotipadas”, comenta Vinícius Zuñiga, Vice-Presidente Comercial da Gamers Club.

(Foto: Divulgação)

Então, além de sermos uma plataforma que tem como objetivo tornar o mundo dos esportes eletrônicos possível para todos, também queremos ser um canal intermediário de comunicação entre a comunidade e os anunciantes, para mostrar que é importante falar com o público LGBTQIA+ e que isso pode ser feito de forma segura e ética. Além disso, é muito gratificante poder trazer não só uma competição de Esports, mas também um espaço educativo e cultural para a sociedade como um todo, mostrando que esse público merece sim respeito o ano todo“, acrescenta ele. 

Nos Esports temos visto personalidades como Olga, Kami, Samira Close, Transcurecer e muitas outras levantando a bandeira da comunidade LGBTQIA+ e dando voz para este público que diariamente sofre preconceitos. Além dos nomes dos esportes eletrônicos, também existem empresas e movimentos que buscam trazer o tema à tona, como ocorre com a Gamers Club, maior plataforma de esportes eletrônicos da América Latina, com mais de 2 milhões de usuários inscritos.

Olga, primeira pro-player transexual do CS:GO (Foto: Reprodução)

A Pride Cup – o campeonato com a maior representatividade da comunidade LGBTQIA+ -, foi criado pela empresa como uma forma de buscar pela expansão da representatividade no universo gamer. Ao longo dos anos, o campeonato tem se mostrado não só como uma forma de dar voz à comunidade LGBTQIAP+, mas também trazer uma oportunidade para as marcas conversarem com esse público;

A 4ª edição conta com o patrocínio do Itaú, da Predator e da Razer. As marcas serão responsáveis pela apresentação, parceria e apoio, respectivamente. Segundo Luiz Alberto Fiebig (Tatu), head de Games, Esports e Metaverso do Itaú Unibanco, a comunidade LGBTQIA+ tem um papel importante para todo o ecossistema de jogos: “Acreditamos que os games e esports são uma ferramenta de transformação social, que ajudam a empoderar e transformar muitas vidas. […] Para o banco, é muito importante estar nesse espaço para ouvir, aprender e entender como é possível mudar o game para todos, da forma mais diversa possível”.




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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)