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A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da editora Globo, destaca histórias de empreendedores LGBTQIA+ neste Dia Internacional do Orgulho.

Ricardo Gomes, presidente da Câmara de Comércio e Turismo LGBT, explica que a falta de oportunidades no mercado de trabalho acaba levando muitas pessoas LGBT para o empreendedorismo, e que isso se acentuou na pandeia. “Temos um índice grande de desemprego e isso também se reflete na comunidade. Chegaram até nós muitos que foram demitidos, não conseguiram se recolocar e buscaram formas de empreender.”

Os maiores desafios para esse fundadores, na visão de Gomes, são a formalização e profissionalização dos negócios, o que dificulta o contato com grandes empresas – que têm se mostrado mais abertas para cadastrar fornecedores da comunidade. “Uma grande parte nem CNPJ tem, ou então não sabe como se apresentar.”

A revista conversou com alguns empreendedores que iniciaram seus negócios na pandemia, ou que precisaram se reinventar completamente para manter a empresa aberta durante a crise. Confira seus depoimentos abaixo.

Orgulho LGBT: doces coloridos e conscientes

Em outubro de 2020, Pedro Henrique Duarte, 28, recebeu R$ 200 de presente de aniversário de um amigo. Mas a regra é que ele não poderia comprar presentes: o valor deveria ser investidor em seu sonho. Formado em gastronomia, Duarte trabalhava em um hotel em Curitiba (PR), setor fortemente afetado pela pandemia.

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Orgulho LGBT: “Somos a essência da nossa marca”

Roberta Lins, 32, é formada em administração; Paula Melo, 35, é personal trainer. O casal sempre sonhou em empreender, mas nunca havia pensado no mercado de joias. Hoje, são donas da marca Maria João Acessórios. “A ideia surgiu de maneira despretensiosa, enquanto buscávamos no mercado produtos mais criativos e diferentes e não encontramos”, explica Lins.

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Orgulho LGBT: ele empreendeu para apoiar outros empreendedores

Charles Borges, 28, é formado em administração de empresas e trabalha desde os 13 anos. Ele ajudava a mãe com pequenos empreendimentos, como venda de marmitas, e chegou a trabalhar em grandes bancos e empresas na vida adulta.

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Orgulho LGBT: loja colaborativa trans foi para internet – e um novo negócio nasceu

A atriz e tecnóloga em estética Fernanda Kawani Custódio, 30, fundou a Translúdica, uma loja colaborativa feita e pensada por pessoas trans, em 2018. “Eu sempre tive um sonho de ter um negócio, mas nunca imaginei que fosse possível. A Translúdica surgiu primeiramente da necessidade de empregabilidade para pessoas trans”, explica.

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Jornalista pela Universidade Federal de MS, foi repórter de economia e hoje, além de colaborar para o Gay Blog Br, é servidor público em Joinville (SC). Escreveu ''A Supremacia do Abandono'', livro disponível em amazon.com.br.