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País-sede da Copa do Mundo 2022, o Catar abandonou a postura restritiva e passou a permitir que torcedores expressem o apoio à comunidade LGBTQIA+ nos estádios, através de bandeiras do arco-íris, sem serem repreendidos por seguranças. A decisão passou a valer nesta sexta-feira (25), no início da segunda rodada da fase de grupos. As informações são da agência DW.

Torcedor invade gramado com símbolo bandeira LGBT durante a Eurocopa em 2021 (Foto: Reprodução/ Reuters)

Além da bandeira LGBTQIA+, camisetas e símbolos semelhantes poderão estar presentes nas arquibancadas por torcedores. No entanto, em relação a braçadeira “One Love”, que seria usada pelos capitães de times europeus, em apoio a comunidade LGBTQIA+, continuam restritas.

De acordo com a agência de notícias alemã DPA, a Fifa já havia pedido às autoridades do Catar e ao comitê organizador da Copa do Mundo que permitissem o uso de símbolos LGBTQIA+ nos estádios. Segundo o jornal britânico The Independent, as seleções de futebol foram informadas pela entidade sobre a garantia do país-sede quanto ao assunto.

A seleção do Gales havia sido a única a confirmar na noite de quinta-feira (24), ter recebido a confirmação da Fifa. “Todas as sedes da Copa do Mundo foram contatadas e instruídas a cumprir as regras e regulamentos acordados“, disse a federação galesa pelo Twitter. A homossexualidade é considerada crime no Catar, que também tem um longo histórico de violações dos direitos humanos.

Harry Kane com a braçadeira de movimento que combate a homofobia (Foto: Reprodução/ Intagram)



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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)