Encontrada gravura de pênis feita há 1800 anos por soldados romanos

Os pesquisadores da Universidade de Newcastle disseram que a grande rola desenhada na rocha pode significar um sinal de boa sorte durante aquele período. 

Esta semana, arqueólogos da Universidade de Newcastle descobriram “pichações” fálicas feitas por soldados romanos no ano de 207. Entre elas, uma gravura de um grande pênis foi encontrada em uma pedreira perto da Muralha de Adriano, em Cumbria, Inglaterra.
Este graffiti fálico do ano 207 foi descoberto em uma pedreira perto da Muralha de Adriano por arqueólogos da Universidade de Newcastle. (Universidade de Newcastle)
Este graffiti fálico do ano 207 foi descoberto em uma pedreira perto da Muralha de Adriano por arqueólogos da Universidade de Newcastle. (Foto: Universidade de Newcastle)

Os pesquisadores disseram que a grande rola desenhada na rocha poderia significar um sinal de boa sorte durante aquele período.

A Muralha de Adriano, projetada para “separar os bárbaros dos romanos”, segundo uma biografia do imperador escrita 200 anos após a construção do muro 122, estava passando por extensas reformas durante o período em que as esculturas recém-descobertas foram feitas.

Símbolos fálicos adornam seções da Muralha de Adriano, que começou a ser construída em 122 dC. Foto: reprodução/militarytimes.com

GRAVURA PODE SER SIDO FRUTO DE TÉDIO

Os soldados romanos transportavam essas pedras para reforçar partes da fortificação de 73 milhas de comprimento que se estendia por todo o norte da Inglaterra, de mar a mar.

Um possível surgimento de tédio durante o trabalho pode ter resultado neste duradouro legado peniano – permanece firme para todos admirarem.

Com a erosão desempenhando um papel cada vez mais complexo na interpretação visual, os arqueólogos planejam usar o escaneamento a laser para registrar imagens detalhadas da área, como confirmou a Historic England.

Essas fotos capturadas, geradas a laser, serão inseridas em um software capaz de criar um modelo digital tridimensional de toda a superfície da rocha, permitindo estudos extensos nos próximos anos sobre as fascinantes inscrições descobertas.

Com informações de militarytimes.com

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