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Segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde (via G1), estima-se que 153 mil brasileiros não sabem que vivem com o vírus HIV. O Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, que é realizado todo dia 1 de dezembro, incentiva as pessoas que não fizeram o teste para procurar uma unidade de saúde e realizá-lo.
De 1980 até 2019, foram diagnosticado 966.058 casos de vírus HIV no país. Segundo o diretor do departamento de doenças crônicas e infecções sexualmente transmissíveis, Gerson Pereira, a conscientização do diagnóstico é importante porque, com tratamento, a pessoa que vive com HIV pode ter o mesmo tempo de vida que uma pessoa que não está com o vírus.
“Se essa pessoa mantiver o tratamento regular, pode ter uma vida normal, assim como quem tem diabetes ou hipertensão. Mas para isso, é importante ter o diagnóstico cedo, tratar imediatamente e se manter em tratamento” – comenta.

O estudo também informa que a mortalidade em decorrência da condição diminuiu em 22,8%. Ainda segundo o Ministério da Saúde, com o tratamento é possível que a carga viral fique indetectável.
Com uma campanha que se iniciou no último dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde utiliza o slogan “HIV/AIDS. Se a dúvida acaba, a vida continua”.
Todo o tratamento contra o HIV e AIDS é oferecido pelo SUS gratuitamente. Até dezembro deste ano, o governo espera distribuir 462 milhões de camisinhas e 7,3 milhões de preservativos femininos. Já os testes rápidos de HIV devem chegar “a casa” dos 12,1 milhões.
“O maior desafio ainda é o medo”, disse o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta.
Entre as gestantes, foram 125.144 pessoas infectadas com o vírus HIV entre os anos 2000 a 2019. Chamado de “transmissão vertical”, o vírus do HIV pode ser transmitido para o neném durante a gestação, parto ou a amamentação. Desses, o maior número é de jovens de 20 a 24 anos, representado um total de 27,8%.
Segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, estima-se que 153 mil brasileiros não sabem que vivem com o vírus HIV.
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