‘Príncipe’ brasileiro não foi vice de Bolsonaro por suposta participação em suruba gay

O príncipe brasileiro Luiz Phillipe Orleans e Bragança foi acusado de ter participado de uma suruba gay e por isso não se tornou vice-presidente.

Segundo noticiado pelo UOL, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, que seria príncipe em outra era, afirmou à Revista Época que Jair Bolsonaro não o convidou para ser vice-presidente durante a campanha eleitoral por conta de fofocadas secretário-geral da Presidência da República.

O advogado Gustavo Bebianno, até então era o “braço direito” de Bolsonaro, teria dito que existia de imagens com Bragança em uma suruba gay e agredindo morador de rua.

Em resposta, o príncipe brasileiro afirmou que foi vítima de calúnia e difamação.

Príncipe Orleans e Bragança teria participado de Suruba Gay
Foto: Reprodução

“Bebianno armou e não queria que eu fosse o vice. Ele disse ao presidente que haveria um dossiê que tinha fotos minhas, segundo um amigo me contou na ocasião. O dossiê foi usado porque era domingo de manhã e era o último dia para protocolar quem seria o vice. Ele não queria colocar um militar, inicialmente.

Sei que esse tipo de armação ocorre a todo momento. Sei que circulam informações falsas. O dossiê era de fotos que eu fazia uma suruba gay e que eu batia em mendigo” – disse.

Foto: Época

Bragança diz que Bolsonaro pediu desculpas ontem pela noite sobre o ocorrido. Além disso, o príncipe diz que não é gay.

“Não tem denúncia nenhuma, não tem como me pegar e inventam coisas, né? Não sou gay e nem sei onde faz suruba gay” – diz o príncipe, visivelmente revoltado, em um áudio descoberto pela revista Época.

“Mas talvez isso me ganhe vários pontos com a comunidade LGBT. De qualquer maneira, é disso aí que o louco do Frota está se referindo. Talvez isso afete alguma coisa nas redes, mas vou ter que escrever alguma coisa, porque esses idiotas ficam escrevendo essas babaquices”. – finaliza.

O deputado Alexandre Frota confirmou à Folha de São Paulo que Bolsonaro questionou a se sabia se o príncipe “era gay ou não”.