Com a chegada do Carnaval, vale reforçar a importância da prevenção combinada para reduzir o risco de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV, sífilis e hepatites. A estratégia reúne diferentes métodos de cuidado e muda o foco conforme o momento: antes da folia, a atenção está no preparo; depois, no acompanhamento e nas medidas de emergência. O texto contém informações do Ministério da Saúde.

O que fazer antes?
Antes do Carnaval, a principal orientação é buscar uma unidade de saúde para se informar e garantir acesso a preservativos masculinos e femininos, além de gel lubrificante. Também é indicado atualizar a carteira de vacinação, principalmente contra hepatite B e HPV, e realizar testes rápidos para HIV e outras ISTs, garantindo que a pessoa comece o período festivo com mais segurança.
Outro ponto importante na preparação é a PrEP, a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV. Ela é indicada para pessoas com maior risco de exposição e deve ser iniciada antes dos dias de festa, podendo ser usada de forma contínua ou sob demanda, conforme orientação médica, para oferecer proteção durante a folia.
O durante e o pós
Durante o Carnaval, o cuidado principal é manter o uso do preservativo em todas as relações sexuais, sejam elas orais, vaginais ou anais. O Ministério da Saúde também recomenda o uso de lubrificante, que reduz o atrito e diminui a chance de lesões que facilitam a transmissão de infecções. A prevenção combinada funciona melhor quando a camisinha é associada a outros métodos, como a PrEP, para quem já faz uso.
Depois do Carnaval, o foco passa a ser o acompanhamento da saúde. Se houve relação sexual sem proteção ou alguma situação de risco, a orientação é procurar rapidamente um serviço de saúde para iniciar a PEP, a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. O medicamento deve ser tomado o quanto antes, de preferência nas primeiras duas horas, e no máximo até 72 horas após a exposição.
Além da PEP, é recomendado realizar testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C, já que muitas ISTs podem não apresentar sintomas no início. Também é indicado retomar uma rotina com alimentação equilibrada, hidratação e descanso após os dias intensos de festa.
Segundo o Ministério da Saúde, a principal mudança nos cuidados está no momento da ação: antes do Carnaval, o foco é planejamento, vacinação e início da PrEP; depois, entram em cena a testagem e a PEP como medida de emergência. A prevenção combinada busca garantir que a diversão aconteça com mais informação, proteção e acesso aos serviços de saúde.
Dr. Dyemison Pinheiro destaca prevenção combinada no combate ao HIV e ISTs no Brasil
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