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Desde a última quinta-feira (20) confinada no BBB22, a cantora Linn da Quebrada tem convivido com alguns participantes que, em alguns momentos, se referem à ela no masculino. Na tarde deste sábado (22), após exibirem no painel da sala a troca de mensagens entre os participantes, Lina Pereira recebeu um torpedo em questionava se ela estava “solteiro”.

Reunida com os demais brothers no BBB22, o painel da sala exibiu a seguinte mensagem:  “Você tá solteiro? Tem alguém perguntando aqui kk”. Na ocasião, Linn não reagiu ao torpedo recebido, entretanto, a situação irritou internautas. Usuários do Twitter afirmam que a artista está sendo alvo de transfobia no programa e pediram para Boninho, diretor do BBB22, intervir.

ATUALIZAÇÃO 22/12/2022 às 22h41 – Conforme exibido na edição do BBB deste sábado, a pessoa que enviou a mensagem “anônima” à Linn da Quebrada foi a participante Laís Caldas.

(Foto: Reprodução/ Twitter)

É ELA

Durante o almoço, logo na sua chegada na casa do BBB22, Linn pediu para que alguém alcançasse um frasco de pimenta enquanto ela almoçava. Assim que ouviu o pedido, Eslovênia disse: “passa ali pra ele”. Logo a artista corrigiu: “É ela!”. Em seguida, “Eslo” foi repercutir com o Lucas a situação e não se desculpou com a artista.

Já na manhã de sexta-feira (22), durante uma conversa com o ator Douglas Silva e a influenciadora Jade Picon, Pedro Scooby se referiu a Linn no masculino. “Como é o nome disso? Cara de gato?”, perguntou Douglas, ao notar a influenciadora se maquiando. “Delineado”, respondeu ela. “Ontem eu aprendi a fazer. Eu fiz no… no Linn… na Linn“, comentou o surfista, que logo se corrigiu.

Desde que entrou na casa do BBB22, Linn deixou claro que o pronome usado para ela é “ela/dela”. Inclusive, a artista tem a palavra “Ela” tatuada na testa. Recentemente, a cantora mostrou nas redes sociais sua nova certidão de nascimento, registrada com o nome Lina Pereira do Santos. 

Linn se identifica como uma travesti e, na casa, já ouviu desculpas de Rodrigo Mussi, após ele utilizar o termo “traveco”, ao lembrar de uma história transfóbica contada por Eliezer Netto. O brother foi duramente criticado nas redes sociais.




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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

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