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Na última semana, Pabllo Vittar se manifestou nas redes sociais sobre a restrição que o YouTube colocou no clipe de “Bandida”. O assunto voltou à tona após o lançamento de “Bandido“, música do cantor Zé Felipe e MC Mari, que estreou na plataforma sem sofrer restrições, gerando críticas e acusações de homofobia por parte do YouTube.

Meninas, vocês lembram quando eu lancei ‘Bandida’ e o YouTube me restringiu, me fazendo colocar um asterisco no final de ‘bandida’? Então, o Zé Felipe acabou de lançar uma música que chama ‘Bandido’. Uma música legal. Só que o YouTube não o restringiu. Tá escrito lá: ‘bandido’, com todas as letras“, relembrou Pabllo  no último domingo (2), em seu perfil no Twitter.

Pabllo Vittar e Pocah no clipe de “Bandida” (Foto: Reprodução)

Após o desabafo de Pabllo nas redes sociais, fãs da cantora demonstram apoio e colocaram a tag “YouTube homofóbico” entre os assuntos mais comentados do Twitter. “Bandida” é uma parceria da drag queen com a cantora Pocah. O videoclipe já soma mais de 71,3 milhões de visualizações na plataforma.

Na última sexta-feira (8), Pabllo contou nas redes sociais que se reuniu com uma equipe do YouTube para discutir a restrição feita no videoclipe. “Minhas filhas, acabamos de sair de uma reunião com o YouTube e esclarecemos todo mal entendido. Estamos juntos para que todas as vozes tenham seu espaço. Obrigada pelo apoio, amo muito vocês“, escreveu ela no Twitter.

Esse não foi o único problema de Pabllo com o YouTube. Em janeiro de 2020, a plataforma também restringiu o videoclipe da música “Parabéns” e limitou o acesso para  que apenas maiores de 18 anos pudessem assistir.

Como vocês viram ontem, recebemos uma restrição de idade no clipe de ‘Parabéns’ porque eu estou segurando um copo de vodca. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘beba com moderação’ e, mesmo assim, eles quiseram restringir para maiores de idade o meu clipe que eu tanto trabalhei, que eu dei duro, que foram dias para a gente fazer esse projeto”, lamentou Pabllo na época.




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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)