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Em resposta ao veto do comercial do Banco do Brasil, o Governo da Bahia divulgou, no último dia 09, uma peça institucional acolhendo a diversidade, intitulada “Aqui é Bahia, aqui é respeito”. Assista:

O vídeo do Governo da Bahia contrapõe a censura à propaganda de 30 segundos do Banco do Brasil, que incentivava jovens a abrir conta. Delano Valentim, diretor de Marketing do Banco do Brasil, foi convidado deixar o cargo.

O vídeo censurado:

Burger King recruta elenco vetado na propaganda do Banco do Brasil

Através dos stories no Instagram e de um vídeo, o Burger King anunciou que está recrutando pessoas que tenham o perfil semelhante aos que estavam na propaganda do Banco do Brasil, cuja veiculação foi censurada por Bolsonaro.

“Procura-se elenco para comercial. O Burger King está recrutando pessoas para seu novo comercial. Para participar, basta se encaixar nos seguintes requisitos: ter participado de um comercial de banco que tenha sido vetado e censurado nas últimas semanas. Pode ser homem, mulher, negro, branco, gay, hétero, trans, jovem, idoso. Curtir fazer selfie é opcional. O objetivo da marca – que não tem qualquer envolvimento político – é mostrar que no Burger King todo mundo é bem-vindo. Sempre. Para participar, basta entrar em contato via email: recrutafilme@burgerking.com.br“, diz o comunicado.

Governo responderá por censura, racismo e homofobia por vetar propaganda do BB

Governo federal responderá por censura, racismo e homofobia

Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul ajuizou ação civil pública contra a União por “ilegal veto (censura) imposto à peça publicitária do Banco do Brasil.

Segundo apurou a revista Exame, a ação pede à Justiça que a exibição da propaganda seja retomada, conforme contratação original da mídia, e que a União pague, por dano moral coletivo, indenização de R$ 51 milhões, o equivalente a três vezes o custo do anúncio e sua veiculação. O “montante deverá ser aplicado em campanha de conscientização de enfrentamento ao racismo e à homofobia”, diz a ação assinada pelo procurador da República Enrico Rodrigues de Freitas.

O MPF do Rio Grande do Sul alega que a proibição da propaganda viola a Lei das Estatais (Lei 13.303/2016), que proíbe a redução ou a supressão da autonomia conferida pela lei específica que autorizou a criação da entidade supervisionada ou da autonomia inerente a sua natureza, bem como a ingerência do supervisor em sua administração e funcionamento, devendo a supervisão ser exercida nos limites da legislação aplicável.

A ação também acusa a União de “ofender a Constituição da República, que veda o preconceito com base em raça e com base no sexo do indivíduo (art. 3º, inciso IV), o que inclui o preconceito denominado de LGBTQfobia, bem como qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais.

Publicitário Zé Boralli ofende nordestinos e esquece que seu chefe é baiano

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