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Anitta usou suas redes sociais, na última terça-feira (02), para se pronunciar pela primeira vez sobre uma série de fake news que afirmam a artista vive com HIV. Os boatos começaram após uma internação recente da cantora, que está tratando um caso grave de endometriose.

Anitta (Foto: Reprodução)

No Twitter, a cantora se posicionou contra o estigma em relação ao vírus. “Eu to nem aí. Ter HIV não é xingamento. Se eu for processar cada uma das fake news que tão inventando pra mim desde que me posicionei politicamente, vou acabar com meu dinheiro só pagando advogado“, explicou Anitta.

Na mesma rede social, a cantora também falou que essa não é a primeira vez que ela decide ignorar uma notícia falsa a seu respeito. “Só vou gastar quando for algo relevante. Teve tb um vídeo de sexo oral que fizeram montagem colocando meu rosto…eu só me dei o trabalho de abrir pq queria ver se pelo menos tavam fazendo maneiro…q daí quem acreditar que sou eu pelo menos tá “me” vendo arrasando na performance“, pontuou a artista.

Após sua declaração no Twitter, a UNAIDS respondeu o tweet da artista: “Valeu, Anitta, por esclarecer as pessoas! A pessoa que vive com HIV, está em tratamento e atinge supressão viral pode se tornar indetectável e o HIV deixa de ser transmitido por relações sexuais sem preservativo. Informação é a chave para promover um mundo sem estigma e discriminação!“.

Diagnóstico de endometriose

Em entrevista ao programa Fantástico, no último mês, Anitta falou sobre seu diagnóstico de endometriose. Em turnê pela Europa, a cantora contou sobre a dificuldade para descobrir a doença, a sua luta com as dores e a necessidade de passar por um cirurgia com urgência.

A cantora levou cerca de nove anos para descobrir o motivo da dor. A ajuda veio de uma amiga médica que, após Anitta comentar sobre suas dores, a profissional pediu que a artista fizesse uma ressonância, que diagnosticou endometriose, e a encaminhou a um médico especialista.




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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)