O filme “Eu não nasci pra ser discreta” , do cineasta carioca Alek Lean, está concorrendo na categoria Mejor Película Cotometraje Extranjera no Queer Internacional Film Festival que acontecerá de 11 a 19 de novembro em Playa del Carmen no México.
Este é um dos maiores e mais importantes festivais sobre filme LGBTQI do mundo. Este ano estão concorrendo filmes de 27 países em várias categorias. O curta de Alek traz história de 4 jovens efeminados que relatam como é difícil ser afeminado numa sociedade machista e protestam desfilando com trajes de mulher provando que ser feminino não é ser inferior.
O filme já foi selecionado para dezenas de festivais mundo afora e ganhou prêmio de melhor ator para Jonathan Fontella (o mesmo da peça Oboró Masculinidades Negras) no Fest Film OL Brasil 2020. Após o festival o filme será exibido na TVE do Rio Grande do Sul durante o I Festival Cinema Negro em Ação e em seguida na plataforma SpcinePlay.
“Eu não nasci pra ser discreta” é um filme que mostra quatro jovens que contam as dificuldades em ser uma pessoa afeminada em uma sociedade machista, sendo criticado pelos gays mais masculinizados. Atualmente, o longa está disponível gratuitamente no SP Cine Play e, para assistir, você pode clicar aqui. O longa-metragem estará disponível até o dia 16 de janeiro de 2021.
Vale lembrar que o filme foi um dos mais votados em festivais da Espanha e Estados Unidos, onde foi um dos três finalistas do Audience Awards.
Divulgação
FICHA TÉCNICA “EU NÃO NASCI PRA SER DISCRETA”
Eu Não Nasci pra Ser Discreta (APAN)
2018 | Brasil | 15 minutos
Nacional HD
Documentário, Curta-metragem
Estrelando: Diogo Granja, Jonathan Fontella, Marlon Rocha, Rycher Juan Direção: Alek Lean
SINOPSE: Jovens representando descendentes de negros, orientais, índios e judeus falam como é difícil ser afeminado num mundo machista até mesmo no meio LGBTQI onde há certa exigência em ser discreto para poder se relacionar afetivamente e ter uma boa convivência na sociedade em geral.