Depois de ser legendado em quatro idiomas e dar a volta ao mundo, o curta-metragem “Eu não nasci pra ser discreta”, do cineasta Alek Lean, chega ao público de casa gratuitamente na plataforma de streaming SPCINE PLAY. Em formato documental, o filme mostra quatro jovens que relatam como é difícil ser afeminado em uma sociedade machista, sendo criticados até por gays heteronormativos.

Além dos prêmios e indicações, o filme foi um dos mais votados em festivais da Espanha e Estados Unidos, onde foi um dos três finalista do Audience Awards. O curta ainda será exibido online na Muestra Cortos en Corto, no México, ainda esse ano.

A plataforma de streaming Spcine Play também anuncia o novo acervo da estante da Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). São vinte novos títulos, que fazem parte da Coletânea do Audiovisual Negro. Pelo menos mais dois filmes possuem temática LGBT: “Que os Olhos Ruins Não te Enxerguem” (2019), de Roberto Maty, que trata da diversidade racial LGBTQ+ paulista e “Encruza” (2019), de Bruna Andrade, Gleyser Ferreira, Maíra Oliveira e Uilton Oliveira, onde em pleno carnaval uma das personagens sofre discriminação em um bar.

O filme estará disponível gratuitamente até 16 de janeiro de 2021. Para assistir, clique aqui.

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Foto: Dayana Pessanha

FICHA TÉCNICA

Eu Não Nasci pra Ser Discreta
(APAN)
2018 | Brasil | 15 minutos
Nacional HD
Documentário, Curta-metragem
Estrelando: Diogo Granja, Jonathan Fontella, Marlon Rocha, Rycher Juan
Direção: Alek Lean

SINOPSE: Jovens representando descendentes de negros, orientais, índios e judeus falam como é difícil ser afeminado num mundo machista até mesmo no meio LGBTQI onde há certa exigência em ser discreto para poder se relacionar afetivamente e ter uma boa convivência na sociedade em geral.

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