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A produtora de filmes adultos “Meninos Online” está lançando esta semana a produção “Éramos Gays“, uma paródia da clássica novela brasileira que teve diversas versões na televisão, sendo as duas mais conhecidas no SBT em 1994 e na Rede Globo em 2019. Na produção, os atores são Eros Garcia e Guilherme Machado.

Produtora de saliências cria paródia de novela: "Éramos Gays"
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A produção faz parte da nova estratégia do site de saliência que prometeu recentemente lançar dois filmes por semana, sempre às terças-feiras e às quintas.

Ao todo, a produtora diz ter no site mais de 400 filmes com possibilidade de salvar os filmes no computador para ver quando quiser (DRM Free), multitelas compatíveis com todos os sistemas e aparelhos (smartphone, computador, smart tv ou tablet) e garante estar livre de propagandas e vírus.

A assinatura anual do site custa R$189,99, o equivalente a R$15,83 por cada mês. É possível parcelar em até 3 vezes ou ter desconto à vista.

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ÉRAMOS SEIS

A história original foi lançada em um livro escrito por Maria José Dupré e lançado em 1943, sendo um dos maiores sucessos da literatura brasileira, homenageada pela Academia Brasileira de Letras com o Prêmio Raul Pompeia. Em julho de 1945, o livro foi adaptado pela primeira vez como radionovela na Rádio Tupi, escrita por Álvaro Augusto e com Sônia Barreto como a primeira Dona Lola, e no mesmo ano veio um filme argentino.

Em 1958 foi adaptada pela primeira vez como telenovela pela RecordTV, escrita e dirigida por Ciro Bassini e trazendo Gessy Fonseca como protagonista, sendo exibida em dois capítulos semanais e ao vivo – uma vez que na época ainda não existia gravação no Brasil e as novelas não eram diárias. Foi a telenovela mais assistida no Brasil naquele ano. Em 1967 a Rede Tupi realizou a segunda versão, escrita por Pola Civelli e dirigida por Hélio Souto, ainda na época das novelas ao vivo, trazendo no papel principal Cleyde Yáconis, que também esteve na primeira versão como Clotilde. Em 1977 a Tupi realizou outra versão da novela – tendo mais recursos na época, além de já haver gravação –, sendo escrita por Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, dirigida por Atílio Riccó e protagonizada por Nicette Bruno.

Em 1994 foi adaptada pela quarta vez pelo SBT, trazendo novamente o texto de Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, e direção de Henrique Martins e Del Rangel, e direção geral de Nilton Travesso, essa versão contou com Irene Ravache como protagonista.[13] Foi considerada a melhor novela da emissora, uma vez que se desvencilhava das adaptações de mexicanas.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"