Um trem com as cores do arco-íris está operando no Reino Unido como forma de simpatizar e lutar pela causa dos LGBTs. Segundo a companhia Avanti West Coast, que cuida das estações de trem e metrô por lá, o veículo atravessa Londres, Manchester, Liverpool, Wales e Escócia. Toda a tripulação que trabalha no trem também faz parte da comunidade.

“Essa é a maior bandeira do orgulho que o Reino Unido viu ao longo de um trem” – diz a companhia  que comenta também que as cores estão distribuídas ao longo de 11 vagões que somam 265 metros.

Reprodução

Dentro do trem, há diversas coisas temáticas, como histórias, pôsteres coloridos e muitas informações. O veículo em si terá um nome dado pelo público que virá através de uma competição.

Reprodução

A diretora executiva da Avanti West Coast diz estar contente com a representatividade e a inclusão dos LGBTs.

“Este é um símbolo do nosso comprometimento com a diversidade e a inclusão que viaja para ‘cima e para baixo’ pela principal linha de West Coast. Vivemos orgulhoso 365 dias por ano, não apenas hoje. Estou muito orgulhosa em ser parte de um negócio onde as pessoas representam a comunidade que servimos. Estamos sempre ouvindo para assegurar que nossa estratégia de diversidade e inclusão seja relevante. Nosso novo trem é um poderoso exemplo que esta conversa está fluindo.”

Como era de se esperar, nem todos ficaram felizes com o novo trem. Uma radialista, Julia Hartley Brewer, disse no Twitter:

“É ridículo o que a corporação está fazendo. Não disse que me atingiu ou qualquer outra pessoa. Só não entendo o porquê é necessário.” – disse em um dos tweets.

“Por que os gays precisam do apoio dos trens? Não acho que o trem apoie os héteros quando não está pintado com as cores do arco-íris. Isso é bizarro”. 

Com informações do Pink News.

Reino Unido tem primeiro trem com as cores do arco-íris em apoio aos LGBTs
Reprodução
Google Notícias
Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".