RuPaul’s Drag Race escancarou as portas para um mercado gigante em torno da cultura drag. Pabllo Vittar amplificou esse fenômeno no maisntream brasileiro. Quais são os prós e os contras desse fenômeno? Como se beneficiar disso e alargar as possibilidades artísticas de uma drag queen?

Se você quer empreender com montação, esse painel é para você. Com DJ Duda Dello Russo, Tchaka (Rainha das Festas), cosplayer Slovakia, game designer Amanda Sparks e youtuber-model Bianca Della Fancy.

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Pela primeira vez, as conferências Festival Mix Brasil foram integralmente gravadas e serão disponibilizadas via streaming. Identidade, feminismos, mercado, política, saúde e literatura são alguns dos pilares que movimentaram as mesas deste ano.

“Enxergamos o mundo a partir de muitos lugares: universidades, museus e galerias, esquinas, palcos, passarelas, telas, corporações, (outras) famílias, organizações e sindicatos, banheirões e darks, coletivos artísticos, grupos de zap, quebradas, assembleias, escritórios, templos, terreiros, espaços de clandestinidade, supremos tribunais, cracolândias, prédios, praças, ruas. Estamos em todos os lugares e de muitas formas”, diz André Fischer, curador do MixConferências.

“Depois de quatro décadas, a ascensão do ultraconservadorismo dá uma cara estranha de recomeço, uma sensação de não-acredito-que-tô-tendo-que-falar-a-mesma-m*rda-há-40-anos”, ressalta Fischer.

O coletivo Pajubá Diversidade em Rede foi convidado para mediar as mesas juntamente com o festival, que este ano de 2018 hospedou pela quarta vez a vertente “Conferências”. “É a menina dos olhos do Mix Brasil“, comenta a organização.

Fotos de Kaique Talles Camargo:

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