As causas sociais no Brasil têm bons números e endereços certos. Em levantamento feito pela fintech Vakinha, maior plataforma de financiamento coletivo do país, mais de 90% das maiores campanhas do site em 2017 foram doações para tratamento de saúde, a maioria para crianças com doenças raras, seguidas por projetos ligados a educação, como a Exposição Itinerante Joias da Natureza, do museu de ciências naturais, que leva o mesmo nome, em escolas e universidades, que recebeu R$ 124.820,00 de 12 doadores.  E de outras três vaquinhas que juntas somaram R$ 178.353,00 de 1.205 doadores para viabilizar estudos fora do país e uma faculdade de medicina.

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Na avaliação do sócio e fundador Fabricio Milesi, as arrecadações mostram claramente a movimentação da sociedade brasileira para valorizar e tentar suprir áreas com deficiência de investimentos e gestão no país. Outro ponto que chamou a atenção no levantamento, segundo Milesi, é que cerca de 20% das doações são feitas por pessoas que não conhecem o criador da vaquinha. “Isso aponta o quanto os doadores são movidos pela natureza das causas e pela reputação do criador da arrecadação, que tem sua divulgação inicial feita por um circulo de amigos, que atestam a veracidade e a seriedade da arrecadação”, afirma.

Sem fraudes – A opção por usar a plataforma de arrecadação também é uma maneira de evitar fraudes. No Vakinha os valores arrecadados são públicos. Isso ajuda a quem vai doar saber se a meta foi atingida ou não, norteando de forma transparente sua decisão. Outro aspecto é o sistema de inteligência artificial criado pelo site, que retém as arrecadações durante 15 dias, enquanto faz avaliações de indícios de fraude como possíveis clonagens e garante o destino correto das arrecadações ou a devolução do dinheiro ao doador, se for o caso.

Taxas reduzidas também ajudam na opção pela internet.  O Vakinha opera com 6,4% de taxa sobre a arrecadação, enquanto média de mercado é 12%. Isso é possível graças a altos investimentos feitos em tecnologia para criar seu próprio sistema de pagamentos, sem depender de terceiros, o que acrescentaria mais custos.

Crescimento – Em 2017 o site  registrou mais de 140 mil vaquinhas abertas, com 450 mil pagamentos processados e 26 milhões de visitas de 15 milhões de usuários. Contando com o início de 2018 o Vakinha alcançou a marca de R$ 80 milhões captados desde sua fundação em 2009. Em 2015 a arrecadação foi de R$ 8 milhões, indo para R$ 18 milhões em 2016. “De acordo com nossa taxa de crescimento histórica, só em 2018 estimamos captar R$ 80 milhões, além do que alcançamos até agora”, afirma Milesi.

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Sobre o Vakinha:

Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é a primeira fintech brasileira de crowdfunding. Em 2015 a arrecadação do site foi de R$ 8 milhões, indo para R$ 18 milhões em 2016, fechando 2017 com R$ 37 milhões. O Vakinha foi apontado como uma empresas de crowdfunding para se ter no radar dos investidores na América Latina pelo estudo “Empreendimento Fintech na América Latina”, feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Finnovista, organização que fomenta o desenvolvimento de fintechs. O estudo identificou 703 empreendimentos em 15 países, com uma oferta de soluções que inclui todos os segmentos e tecnologias observados a nível global.

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