Segundo o estudo de pesquisa Oldiversity®, idealizado pelo Grupo Croma, que ouviu 1.814 entrevistas quantitativas on-line, utilizando painel de internautas de 16 anos ou mais, classes ABC, distribuído pelo território nacional, com cotas desproporcionais por idade e cotas específicas, considerando gênero, raça, orientação sexual e pessoas com deficiência, o preconceito à orientação sexual é tão forte no Brasil que 33% concordam que as marcas correm risco quando associam sua imagem ao público LGBT+.

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Pior é considerar que 72% defendem que não deveriam existir propagandas para o público LGBT+. Essa violência é um reflexo do preconceito, que por sua vez tem suas raízes na falta de informação e na ignorância. Essa realidade leva 53% a acreditarem que as empresas têm preconceito em contratar LGBT+ e 9% ou 163 dos entrevistados a acharem estranho serem atendidos por um LGBT+ em uma loja. 74% dos entrevistados afirmam que as lojas não estão preparadas para atender a esse público.

Se no Brasil o posicionamento ligado à diversidade começa a fazer parte da estratégia das marcas, em outros países a publicidade “friendly” já é uma realidade. Nos últimos anos, grandes marcas e até algumas mais tradicionais, como Tiffany’s e Hallmark Cards, também usaram em sua comunicação a celebração da diversidade sexual.

Uma fatia dos entrevistados, 36% acreditam que as empresas estão se adequando para atender às necessidades LGBT+, 31% acham que elas deveriam desenvolver produtos e serviços para esse público e 33% creem que, de alguma forma, as propagandas mostram a diversidade de gênero.

Um dos cases de sucesso que impactaram o mercado foi criado pela PepsiCo que trouxe para o Brasil o Doritos Rainbow com a campanha “Mais Cores. Mais Diversidade. Mais Empoderamento.” em apoio à comunidade LGBT+, o empoderamento e a inclusão de diferentes orientações sexuais na sociedade. O produto é uma edição especial e, apesar de não ser comercializado no Brasil, os paulistanos puderam fazer doações em troca do salgadinho. A verba arrecadada foi doada para a Casa 1, que acolhe membros da comunidade LGBT+, expulsos de suas casas e em situação de risco.

Quando um LGBT+ reclama do “marketing arco-íris”, nasce uma poc daninha

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