No dia 17 de maio, sexta-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de uma campanha global de promoção da igualdade LGBTQI+, a “ONU Livres & Iguais”, realizou um convite a nível mundial para que pessoas engajadas com as pautas da comunidade LGBTQI+ se unam “à luta por um mundo com igualdade, liberdade e justiça para todas as pessoas, independentemente de quem sejam ou de quem amem.”
Lançada no Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia, a campanha “#AliadosEmAção” reuniu uma série de personalidades que defendem ativamente a igualdade LGBTQI+ para falar sobre o papel de ser uma pessoa aliada. Participam da ação a atriz e ex-Miss Índia, Celina Jaitly, a cantora cabo-verdiana Mayra Andrade e a brasileira Márcia Mercury, filha da cantora Daniela Mercury e da jornalista Malu Verçosa Mercury.

Márcia conta que seu papel como pessoa aliada começou de maneira mais ativa durante o período escolar, quando as pessoas frequentemente a questionavam sobre “como é ter duas mães?”, e ela precisava explicar que sua vida não era tão diferente da dos colegas apenas por este fato. Ela também destaca que o amor é algo essencial na transformação de pessoas em aliados às lutas da comunidade LGBTQI+. “O mais fundamental para ser um aliado é o amor. O amor é o que vai mover você”.
Como ser uma pessoa aliada

Todas as pessoas, independentemente de fazerem ou não parte da comunidade LGBTQI+, podem atuar como aliados da causa. Ser um aliado depende apenas das atitudes e escolhas diante de determinadas situações. No site da campanha, são listadas oito ações que podem ser adotadas para se tornar uma pessoa aliada. Confira:
- OUÇA as experiências das pessoas LGBTQI+. Acredite nelas quando falarem sobre discriminação, mesmo que você não tenha visto de perto. Pergunte o que você poderia fazer para ser um aliado.
- APRENDA sobre as comunidades LGBTQIA+ em seu país. Comece com uma simples pesquisa na internet para ver se algum grupo precisa de apoio.
- MANIFESTE-SE contra discursos de ódio e insultos contra qualquer pessoa – inclusive pessoas LGBTQIA+. Seja na escola, no trabalho ou até mesmo em casa. Pode parecer difícil falar, mas é ainda mais difícil ouvir abuso como uma pessoa LGBTQAI+ e achar que ninguém se importa.
- DENUNCIE a violência e a discriminação, se for seguro fazê-lo. Pode haver maneiras anônimas de fazer a denúncia ou uma pessoa específica pode ser uma forma segura de fazer a denúncia.
- USE broches, pulseiras ou roupas com mensagens de apoio, se for seguro. Faça com que as pessoas saibam que estão seguras com você.
- COMPARTILHE conteúdo positivo sobre pessoas LGBTQIA+. Use suas redes sociais para combater mitos e estereótipos negativos.
- APOIE organizações e ativistas LGBTQIA+ em sua comunidade e fora dela.
- CELEBRAR com as pessoas LGBTQIA+. O apoio pode ser alegre. Compareça ao Pride e participe de eventos e festivais LGBTQIA+ inclusivos onde os aliados são bem-vindos.
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