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A Prefeitura do Rio de Janeiro começou a instalar placas nas entradas dos prédios públicos com um aviso dizendo que é proibido discriminar pessoas LGBTQIA+. As informações são da Veja.

As primeiras placas foram instaladas pela Secretaria de Cultura na porta de bibliotecas, museus, teatros, lonas culturais e arenas do município. Em um primeiro momento, serão 150 locais com a mensagem, mas o objetivo é que até o final do ano sejam instalados 1.000 avisos, e para o ano que vem, 3.500.

A iniciativa é parte de uma ação da Coordenadoria Executiva da Diversidade Sexual do Rio. As placas terão a seguinte mensagem: “É expressamente proibida a prática de discriminação (constrangimentos e ou atendimento diferenciado), motivada pela orientação sexual ou identidade de gênero, conforme Lei Municipal nº 2475/1996”.

Rio de Janeiro instalará mil placas contra homofobia em prédios públicos
Reprodução

RELEMBRE O “SÓ TEM B1CH4 NA CIDADE” NO BOB´S DO RIO DE JANEIRO

Em 2014, o jornal O Globo publicou uma história curiosa de um senhor homofóbico. A cena ocorreu no Bob´s do Largo do Machado, no Rio de Janeiro. Um senhor se recusou a ser atendido por um funcionário transsexual. No que o gerente, gay, pôs a mão na cintura e disse “Homofobia é crime!”.

A polícia foi chamada e, para a surpresa do senhor, o PM também era homossexual. “Só tem b1ch4 nessa cidade?”, disse o senhor. O homem acabou sendo levado à 10ª DP, em Botafogo, onde foi autuado por desacato à autoridade e crime de homofobia.

Vale dizer que homofobia vem de  “homo”, pseudoprefixo de homossexual com “fobia”, palavra grega que significa “medo” e “aversão irreprimível”. A homofobia se caracteriza por uyma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a pessoas homossexuais, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições para o termo referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito, aversão e medo irracional. A homofobia é observada como um comportamento crítico e hostil, assim como a discriminação e a violência com base na percepção de que todo tipo de orientação sexual não-heterossexual é negativa.

Entre as formas mais discutidas estão a homofobia institucionalizada (por exemplo, patrocinada por religiões ou pelo Estado), a lesbofobia (a homofobia como uma intersecção entre homofobia e sexismo contra as lésbicas), e a homofobia internalizada, uma forma de homofobia entre as pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo, independentemente de se identificarem como LGBT.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"