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Representatividade na política importa – e muito. Enquanto o Brasil tem um número vergonhoso de parlamentares abertamente LGBTQI+ no legislativo federal, de pelo menos três, a Nova Zelândia elegeu 11 representantes homossexuais.

É o parlamento mais gay do mundo, segundo o site americano Advocate. No país da Oceania, cuja população é menor que a da cidade do Rio, homossexuais ocupam 9% dos 120 assentos do parlamento. Dos 11 políticos, sete são do Partido Trabalhista (Labour Party), que reelegeu a primeira-ministra Jacinda Ardern.

Parlamento da Nova Zelândia elegeu 11 políticos gays/ Reprodução Twitter

“Os números importam”, disse Louisa Wall, uma deputada trabalhista, ao The Australian, segundo o Advocate. “Temos uma massa crítica com alta visibilidade e somos vistos como válidos. Se acabarmos sendo o Parlamento mais representante LGBT do mundo, isso seria simplesmente ótimo”.

BRASIL ATRÁS

O Congresso brasileiro conta com pelo menos três gays entre os 594 congressistas. O senador Fabiano Contarato (Rede/ES) foi eleito com mais de um milhão de votos. Os deputados federais Marcelo Calero (Cidadania/RJ) e David Miranda (PSOL/RJ) completam o trio.

Para comparação, no Reino Unido, gays ocupam 45 das 650 cadeiras do parlamento (7%). Em Israel, eles são 5% na assembleia, ocupando seis das 120 vagas, de acordo com a agência de notícias AFP.




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Jornalista pela Universidade Federal de MS, foi repórter de economia e hoje, além de colaborar para o Gay Blog Br, é servidor público em Joinville (SC). Escreveu ''A Supremacia do Abandono'', livro disponível em amazon.com.br.