O estilista Marc Jacobs saiu em defesa aos manifestantes nas redes sociais, mesmo que sua loja tenha sido vandalizada após protestos com a morte de George Floyd. Em seu Instagram, Jacobs enfatizou que a população negra é vítima de vários tipos de violências  e que suas vidas, ao contrário dos estabelecimento, não podem ser substituídas.

Após ter loja vandalizada, Marc Jacobs defente manisfestantes: "Vidas humanas importam"
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“Nunca deixe te convencerem que vidros ou propriedades destruídas é violência. Fome é violência. Não ter casa é violência. Guerra é violência. Soltar bombas em pessoas é violência. Racismo é violência. Supremacia branca é violência. Pobreza é violência. A contaminação do lençol freático para obtenção de lucro é violência. Propriedade pode ser substituída. Vidas humanas, não”, postou Marc em seu perfil no Instagram.

Após ter loja vandalizada, Marc Jacobs defende manisfestantes: "Vidas humanas importam"
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O estilista também fez um post nesta terça-feira para reforçar o apoio com a hashtag #BlackOutTuesday

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MARC JACOBS

Aos 24 anos, Marc Jacobs já tinha se tornado o mais jovem a ganhar o prêmio CFDA Perry Ellis para novos talentos, um ano após sua primeira coleção para a própria grife. Ele ganhou mais sete prêmios que Jacobs do Council of Fashion Designers of America.[1] Marc Jacobs tornou-se conhecido no mundo da moda no fim dos anos 80, ao desenhar e apresentar uma coleção em estilo “grunge” – baseada no novo tipo de som e indumentária que vinha da cidade de Seattle, na costa-oeste, onde grupos de rock como Nirvana e Soundgarden e meninos com bermudas até o meio dos joelhos revolucionavam os costumes locais e os difundiam para todo o país – para a tradicional marca Perry Ellis, da qual era diretor de estilo, sendo imediatamente demitido.

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