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A enfermeira Geanne Greggio (44) foi a primeira trans a ser vacinada contra a covid-19. Ela é moradora de Embu das Artes, na grande São Paulo, e responsável por programas de conscientização e combate contra IST/IDS em seu município.

“Acredito que sou a primeira mulher do Brasil transexual a receber a vacina. Embu está sendo pioneira. Só tenho que agradecer em nome de todas as pessoas que eu represento” – disse, segundo o Jornal na Net.

“Essa vacina vem com esperança e expectativa” – disse o prefeito Ney Santos “O mundo está esperando pro ela. A vacina traz esperança de dias melhores a todos nós. Vamos começar a vacinar os profissionais de saúde, mas o sonho é vacinar 100% da população da cidade. Hoje é motivo de comemoração a toda a cidade” – completou.

Embu das Artes recebeu 1.800 doses da CoronaVac. Além de Greggio, a vacina também foi aplicada em Rita dos Santos, que trabalha há 33 anos na prefeitura de Embu; Dona Silvia, funcionária da cidade há mais de 40 anos; além de duas mulheres chamadas Rejane e Alda, também de área da saúde.

A imunização foi no Centro de Combate ao Coronavírus, em Vazame.

Brasil imuniza primeira mulher trans contra covid-19
Reprodução

VACINA DA PFIZER PROTEGE CONTRA VARIANTE DO CORONAVÍRUS

De acordo com informações apuradas pelo Correio Braziliense, a vacina da covid-19 desenvolvida pela Pfizer e a BioNTech protege contra a variante do coronavírus identificada no Reino Unido, segundo um artigo publicado por cientistas das duas farmacêuticas no último dia 19 de janeiro.

O documento reafirma as descobertas publicadas no início deste mês em outro artigo escrito por cientistas da Pfizer, que também indicou proteção do imunizante contra a nova cepa. Enquanto o estudo anterior testou um vírus feito em laboratório que tinha uma mutação chave presente na variante do Reino Unido, a nova pesquisa testou um vírus feito laboratório com todas as mutações.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".