O ex-BBB Daniel Lenhardt fez questão de lembrar neste domingo, Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, que LGBTfobia não é apenas casos extremos de violência motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero.

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Neste domingo é celebrado o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia. Ano após ano, o Brasil segue no topo do ranking mundial de países com mais registros de assassinatos de transexuais e travestis. Mas a LGBTfobia não são só casos de violência física e assassinatos. Ela está presente em comentários, que muitas vezes passam despercebidos como: "Isso é coisa de viado"; "ele não é gay, é macho"; "tão bonito, que desperdício ser gay"; "me enganava" (se referindo a uma pessoa trans); "é lésbica porque não conheceu um homem de verdade", etc. Ou ainda enfatizar a orientação sexual de alguém como se isso tivesse importância; achar que todo bissexual é promíscuo. Enfim, palavras que ferem e até ajudam na construção de LGBTfóbicos que externam sua fobia através da violência.  O respeito é para TODOS. Você não precisa ser LGBT para lutar contra a LGBTfobia! Você precisa ser apenas humano e ser contra qualquer tipo violência. Então que tal repensarmos se já machucamos alguém com palavras e gestos preconceituosos?

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“Neste domingo é celebrado o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia. Ano após ano, o Brasil segue no topo do ranking mundial de países com mais registros de assassinatos de transexuais e travestis. Mas a LGBTfobia não são só casos de violência física e assassinatos. Ela está presente em comentários, que muitas vezes passam despercebidos como: “Isso é coisa de viado”; “ele não é gay, é macho”; “tão bonito, que desperdício ser gay”; “me enganava” (se referindo a uma pessoa trans); “é lésbica porque não conheceu um homem de verdade”, etc. Ou ainda enfatizar a orientação sexual de alguém como se isso tivesse importância; achar que todo bissexual é promíscuo. Enfim, palavras que ferem e até ajudam na construção de LGBTfóbicos que externam sua fobia através da violência”, escreveu o ex-participante do Big Brother 20 em post no Instagram.

“O respeito é para TODOS. Você não precisa ser LGBT para lutar contra a LGBTfobia! Você precisa ser apenas humano e ser contra qualquer tipo violência. Então que tal repensarmos se já machucamos alguém com palavras e gestos preconceituosos?”, continuou Lenhard.

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Dia Internacional do Combate a LGBTIfobia

Ao longo da história, a homossexualidade foi vista das mais diferentes formas pelos mais diferentes grupos sociais. Sendo aceita, admirada, tolerada ou condenada, de acordo com as crenças e valores de cada cultura.

Na nossa sociedade, a cultura judaico-cristã considera a atitude um pecado e, durante anos, foi vista como uma doença e perversão, talvez se originando daí a LGBTIfobia. Em 1952, a Associação Americana de Psiquiatria publicou, no primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, que a homossexualidade era uma “desordem”, e diversos estudos passaram a ser feitos para comprovar, através da ciência, que o “homossexualismo” era um distúrbio mental. Como não houve nenhuma conclusão, e os estudos apontavam que a homossexualidade era inata do ser humano assim como a heterossexualidade, a Associação Americana de Psiquiatria retirou o “homossexualismo” da lista de transtornos mentais em 1973.

Dois anos mais tarde, a Associação Americana de Psicologia também decidiu retirar a orientação sexual como um transtorno mental, e passou a classificar como uma variação da natureza. Apesar disso, a OMS classificou, em 1977, o “homossexualismo” como doença mental, sendo esta retirada em 1990 durante a revisão da lista de doenças no dia 17 de maio, sendo um importante passo para a aceitação da sociedade e a luta contra a LGBTIfobia. Continue lendo.

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