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Um casal que mora em Jaraguá do Sul, no norte de Santa Catarina, fez um B.O no último dia 4 de fevereiro para denunciar uma situação de transfobia após o nascimento do filho.  A unidade de saúde emitiu a certidão de forma errada, escrevendo que o pai Derick Wolodasczyk, de 24 anos, quem deu à luz, porém no documento o nome dele foi escrito como “mãe”, e sua esposa, Terra Rodrigues, de 23, foi escrito no local designado como pai.

Procurado, o hospital informou que segue a instrução do Ministério Público para preencher a Declaração de Nascido Vivo (DNV).

Neste dia 9 de fevereiro, o casal foi à delegacia modificar o Boletim de Ocorrência que foi feito de forma virtual como crime de injúria. Os advogados de ambos desejam que o caso seja tratado como racismo, que foi equiparado à homofobia em 2020.

A advogada de ambos, Ana Cristina Cunha Rodrigues, disse que ambos não tiveram seus nomes e identidades de gênero respeitados.

“Desde o momento que eles pisaram no hospital, eles não tiveram os nomes sociais respeitados. Foi um desrespeito essa questão do documento” – afirmou a advogada. Derick e Terra também estudam a possibilidade de processar a instituição.

Já o Hospital e Maternidade Jaraguá disse que segue as exigências do manual de instruções para preenchimento da declaração, proposto pelo Ministério da Saúde. O protocolo exige que o registro traga os dados da parturiente como mãe.

“As equipes da maternidade e da assistência social do hospital prestaram todo o atendimento ao casal e ao bebê, inclusive realizando o encaminhamento do casal à Promotoria do município, que deverá prestar auxílio à família. O hospital está à disposição para esclarecer as dúvidas”, disse em nota. Com informações do G1

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".