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O empresário André Almada, um dos sócio-fundadores do grupo The Week, publicou em seu Instagram uma nota informando que a tradicional casa noturna encerrará suas atividades em São Paulo. A unidade do Rio de Janeiro voltará a reabrir assim que a cidade autorizar as atividades para setor.

“A The Week sempre proporcionou alegrias e criou, a seu modo, um universo particular. Inovador, precursor e inesquecível. Foi assim que durante todos estes anos nos mantivemos: nos reinventando e buscando que fôssemos a melhor. Durante 15 anos, vencemos. Mas, infelizmente, os últimos dois anos de pandemia, como todos sabem, foram difíceis para o mundo e particularmente para o setor de entretenimento. Honramos todos os nossos compromissos até chegarmos ao inevitável: a venda de nosso espaço físico em São Paulo para uma construtora, impossibilitando a continuidade nesta retomada dos eventos. Porém, nossa unidade do Rio de Janeiro estará pronta para abrir assim que as autoridades competentes nos autorizarem a operar. Obrigado a todos que foram e serão – para sempre – parte de nossa história”, disse em comunicado.

Almada já havia demonstrado preocupação quanto à pandemia, em agosto de 2020, dizendo que “não sabia quanto tempo resistiria”, dando a entender que a The Week podia entrar em falência devido à falta de movimentação dos clientes, e que precisa de uma solução.

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“Será a vacina a única solução para o setor de eventos?” — questionou Almada. “Como controlar esse distanciamento quando estamos falando de uma balada? É praticamente impossível manter o distanciamento entre as pessoas nesse caso e o julgamento público é implacável”, completou. Na ocasião, Almada também citou as festas clandestinas que andavam acontecendo e sendo denunciadas informalmente nas redes sociais.

Reprodução

“Devemos pagar o preço por ser quem somos? Por ter sido sempre corretos, pagando todos os impostos, trabalhando dentro da legalidade e respeitando tudo o que nos foi exigido? Enquanto isso, festas clandestinas pipocam por todos os lados, em detrimento da saúde alheia, sem nenhum impedimento ou punição, enquanto amargamos uma sobrevida que não sabemos até quando resistiremos” – complementou.

Almada também disse, na ocasião, o quanto o setor de eventos é importante para movimentar a economia e pede ajuda: “Vidas humanas importam sim, mas quantas pessoas dependem do trabalho que oferecemos para sobreviver, bem como para a nossa própria existência? Precisamos urgente de um plano de retomada, seja com ou sem vacina, caso contrário, sucumbiremos. E, que fique claro, a Coca-Cola é a Coca-Cola. E nós? Vamos viver um Brasil clandestino ou um Brasil da Lei? Please, help! #vivaaresistencia #voltaeventos #eventoseguro”.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"

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