Com o total de 18 votos a favor do desligamento de Daniel Guerra do cargo da prefeitura Caxias do Sul, os vereadores decidiram pelo impeachment na cidade gaúcha. Três das quatro denúncias realizadas contra o chefe do Executivo foram analisadas, uma, inclusive, foi a tentativa inviabilização da marcha LGBT na cidade, a chamada Parada Livre, que acontece na rua central do município.

A tentativa de impedimento da Parada Livre pelo ex-prefeito foi frustrada, uma vez que Justiça autorizou o acontecimento do evento, que se deu no dia 17 de novembro de 2019.

Depois de proibir parada LGBT, prefeito de Caxias do Sul sofre impeachment
Daniel Guerra recorrerá a decisão. Foto – Reprodução/RBS TV

Em suas redes sociais o ex-prefeito declarou que “se materializou o maior ataque à democracia” e, desde o começo do mês, tenta reverter a decisão que o levou ao impeachment.

Atualmente, a prefeitura da cidade se encontra assumida pelo presidente da Câmara, Flávio Cassinata, do partido PTB, que tem até o fim de janeiro para convocar eleição indireta. O vice-prefeito do mandato de Daniel Guerra, Ricardo Fabris de Abreu, renunciou a ocupação de seu cargo em 2018.

Eduardo Leite implementa “banheiro sem preconceito” nos prédios governamentais do Rio Grande do Sul

“BANHEIRO SEM PRECONCEITO” NOS PRÉDIOS GOVERNAMENTAIS

De acordo com a coluna de Ancelmo Góis no blog do O Globo, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, inaugurou o projeto “Banheiro sem preconceito” nos prédios do governo.

Nas portas dos banheiros dos prédios, placas reforçarão que as pessoas podem usar o banheiro correspondente ao gênero com o qual se identifica. Alguns banheiros serão também identificados como “unissex”. Leia mais.

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Publicitário, escritor e cronista gaúcho, morador do município de Canoas, Rio Grande do Sul. Viciado em internet, música, literatura (especialmente crônicas, moda, biografias, LGBT e estilo de vida) e cultura pop.