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Felipe Lira é um dos DJs mais conhecidos do cenário musical: com residências na The Week e no Grupo San Sebastian, seu talento comandando as picku-ps já o levou para sacudir diversas festas mundo afora, como nos Estados Unidos, Colômbia, Espanha, Grécia, China e Chile – apenas para citar alguns países. 

Para esta semana, o “SCRUFF Responde” convidou o DJ Felipe Lira para esclarecer perguntas de leitores. Para enviar pergunta sobre qualquer assunto para a coluna, escreva para scruff@gay.blog.br.

DJ Felipe Lira - Reprodução

Sonho em ser DJ como devo fazer para realizar isso?

Primeiro tem que gostar de música, porque tem muita gente procurando a profissão como uma maneira de aparecer, e gostar de música é o principal porque mais de 70% do trabalho do DJ ele se dá em casa através de pesquisa e ouvindo muita música. Deve gostar de música, e procurar estar sempre antenado ao mercado de uma maneira geral.

DJ Felipe Lira - Reprodução
DJ Felipe Lira – Reprodução

É verdade que para ser DJ é preciso ter contatos de casas noturnas ou ter amigos no meio?

Hoje em dia, nós conseguimos se profissionalizar um pouco mais nessa parte, ainda bem. Já tem algumas agências trabalhando bem sério no mercado LGBT, principalmente, porque no mercado hétero isso predomina, alguns bookers que a gente chama de ‘managers’, que são os empresários. Em relação a essa coisa de fazer contatos, conhecer pessoas faz parte do seu trabalho como qualquer artista que deve conhecer o seu público, mas não necessariamente você precisa ter contatos pra ir tocar, se tiver uma agência ou alguém que te represente bem, isso hoje em dia já conta muito. Mas é claro que para quem está começando, a gente sempre começa em festas de amigos, começa de baixo, não dá querer chegar e sentar na janela, querendo tocar na pista principal de uma boate, por exemplo.

DJ Felipe Lira - Reprodução
DJ Felipe Lira – Reprodução

Gostaria de ser DJ, mas só curto trance, tenho que entender de todos os estilos musicais que tocam na noite como techno, house, drumbass e dance para ser um?

Você não precisa entender, a gente se torna DJ porque nós nos apaixonamos por um certo tipo de música. Eu faço uma analogia com as bandas e os cantores, existe cantor de axé, mas que é um cantor de uma maneira geral, e que pode cantar pop, forró enfim, do mesmo jeito a gente. Quanto mais você conhecer sobre música – melhor, se não, você vai ficar limitadíssimo, como DJ ou como qualquer profissional. Não é essencial, mas conhecer o que você toca e de uma maneira geral, mas isso normalmente faz parte nos cursos, sobre a história da música eletrônica, e é sempre importante saber.

Para companhar Felipe Lira Instagram: @djfelipelira.

DJ Felipe Lira - Reprodução
DJ Felipe Lira – Reprodução

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